Resgatando e registrando a moda feita por nós

Quem somos

O direito a acesso da memória e história do povo negro nos foi tirado.

Após a abolição, nossos documentos e registros foram queimados para que o futuro não tivesse acesso a um mínimo rastro de nossa gente.

E isso nos leva a saber pouco ou quase nada sobre as nossas origens.

No cenário atual, essa história ainda segue a mesma. 

Atualizando os dados que os Racionais MC’s nos apresentaram no álbum “Sobrevivendo ao inferno”, a cada 10 pessoas mortas pela polícia, 6 são negras.

Ainda tentam nos apagar, nos aniquilar em sociedade, ainda tentam nos fazer acreditar que o povo preto não tem história, origem, raízes e que não há nada que vale a pena ser contado sobre nós.

Dapper Dan em sua loja, sentado entre araras de roupas.
Dapper Dan, uma das histórias que fazem parte do acervo.

O Feito por Preto

Um acervo da moda feita por nós

Mas com o intuito de resgatar as marcas que já deixamos no mundo e as que seguimos deixando no agora, nasceu o Feito por Preto.

Neste espaço, o objetivo é preservar a história feita por pretos no âmbito da moda, como um acervo com páginas e mais páginas resgatando o quanto a nossa cultura já construiu nesse setor.

Elizabet Letielas com camiseta e lenço rosa, em um jardim.

Quem escreve

Elizabet Letielas

Jornalista, redatora SEO e proprietária do Feito por Preto

Há mais de dez anos, escrevo para a web, faço entrevistas e cubro moda. Também tenho experiência com redes sociais e planejamento de conteúdo, além de formação em consultoria de imagem.

Por aqui, resgato e registro a moda feita pela nossa gente. Tem muita história do povo preto que merece ser contada e preservada.

Conheça minha trajetória